Já faz tanto tempo desde que os Mamonas Assassinas nos deixaram, e ainda assim suas músicas e suas apresentações continuam vivas em nossas lembranças, e vez ou outra ainda aparecem na playlist das festas de família, afinal, o que melhor para agitar e nos deixar nostálgicos?

O dia 2 de março de 1996 traz muitas lembranças amargas para uma grande parcela da população brasileira, principalmente para quem tem 30 anos de idade ou um pouco mais. Naquele domingo que parece não sair da cabeça de muita gente, o grupo Mamonas Assassinas morreu em um terrível acidente aéreo.

A banda era formada pelos seguintes membros:

  • Alecsander Alves (Dinho): vocalista
  • Alberto Hinoto (Bento Hinoto): guitarra/backing vocals
  • Samuel Reis de Oliveira (Samuel Reoli): baixista/backing vocals
  • Sérgio Reoli (Sérgio Reis de Oliveira): bateria/backing vocals
  • Júlio Rasec (Júlio César Barbosa): teclado/backing vocals

O grupo fez muito sucesso durante a sua meteórica carreira, misturando rock and roll, alguns elementos de forró, pagode, sertanejo e até mesmo heavy metal, além do escracho em suas letras.

O único disco lançado pela banda, “Mamonas Assassinas”, de 1995, vendeu 3 milhões de cópias. A banda fez inúmeras e incansáveis participações em programas de TV, com destaque para os apresentados por Augusto Liberato (Gugu) e Fausto Silva (Faustão).

Músicas como “Robocop Gay”, “Pelados em Santos”, “Vira-Vira”, “Mundo Animal”, “Débil Metal” e “1406” fizeram a alegria de adolescentes e adultos espalhados pelo Brasil.

Como se não bastasse a energia apresentada nas composições, os membros do Mamonas Assassinas eram muito carismáticos, o que era possível ver nas apresentações ao vivo da banda. As fantasias que os músicos utilizavam no palco (e na TV) e a simpatia dos músicos fizeram com que até mesmo crianças começassem a gostar da banda (caso deste que vos escreve).

Infelizmente, dia 02 de março de 1996, a carreira da banda foi bruscamente interrompida, por conta de um acidente aéreo que chocou todo o Brasil.

Até hoje, o grupo sempre é lembrado com muito carinho por quem acompanhou a trajetória curta dos cinco rapazes, que morreram muito jovens, mas não sem deixar seus nomes gravados na historia da música brasileira e na vida de muita gente.

Texto de Mateus Ribeiro, via Whiplash

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